PALESTRAS • VIVÊNCIAS • EXPERIÊNCIAS
Cinthia Sá
Para contratar, me conta sobre a empresa, sobre o evento e sobre você.
Eu conduzo experiências que fortalecem maturidade emocional, clareza e responsabilidade adulta — porque, no cenário atual,
o que está quebrando performance não é falta de técnica. É sobrecarga, ruído relacional e decisões tomadas no modo “gestão de crise”.
*O formulário abre em uma nova aba. Em seguida, eu retorno com perguntas de alinhamento e formato recomendado (palestra, vivência ou talk + prática).
O problema que ninguém coloca no slide
Muitas empresas estão com bons profissionais e boa estratégia — mas vivendo um custo invisível: pessoas competentes operando no limite, relações tensionadas e decisões que viram “apagamento de incêndio”. Isso aparece como performance oscilante, desalinhamento e baixa sustentabilidade emocional.
Sinais práticos no negócio
- Retrabalho e ruído: combinados pouco claros, expectativas não alinhadas e desgaste nas entregas.
- Time no modo reativo: urgência constante, pouca priorização e sensação de “sempre devendo”.
- Conflito silencioso: ninguém fala o que precisa — e o clima pesa, a confiança cai.
- Alta carga emocional: pessoas “segurando o mundo” (muitas vezes líderes e mulheres) e colapsando por dentro.
- Limites frágeis: dificuldade de dizer não, excesso de “quebra galho” e cultura do sobre-esforço.
- Decisões confusas: medo de desagradar, medo de errar e acordos que não se sustentam.
O que muda quando o “servir” amadurece
O meu trabalho não é “motivacional”. É reorganização: emocional, relacional e de postura. Quando isso acontece, o que melhora é objetivo e observável.
Transformações que costumam aparecer
- Mais clareza: prioridade vira prioridade (menos dispersão, mais foco).
- Mais responsabilidade: cada um no seu lugar — sem sobrecarga invisível.
- Melhores conversas: alinhamento sem agressão, limite sem culpa, pedido sem manipulação.
- Menos desgaste: redução de ruído, retrabalho e tensão relacional.
- Mais energia sustentável: equipes funcionando com humanidade e performance real.
Não porque ‘é bonito’. Porque sustenta decisão, cultura e resultado.”